sábado, 29 de janeiro de 2011

ONG E-Com.Ciência






Participem!

Ana Roberta

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A MUDANÇA ORGANIZACIONAL ATRAVÉS DE UMA BOA LIDERANÇA



Atualmente, as mudanças organizacionais passaram a ser vistas como processos de melhoria contínua, influenciados pelo boom das teorias de qualidade total e os processos de produtividade. O tema ganhou importância principalmente pela velocidade das mudanças, aumentando o grau de preocupação das organizações com este processo. Identificar e compreender as forças de pressão para mudança são passos fundamentais para garantir seu sucesso. Mas as pressões e os processos de mudança não são sentidos apenas nas organizações. As pessoas também enfrentam tais desafios, entendendo-os e respondendo-lhes ativamente. Novas competências e motivações individuais e de grupo, aumentam a exigência sobre o desenvolvimento estratégico e organizacional, agindo como fator de pressão. Em conseqüência de várias condições, envolventes ou individuais, certas organizações antecipam a mudança através de uma liderança com uma visão estratégica que vai além do contexto em que atuam. Esta visão estratégica pode se tornar a base de revoluções tecnológicas, de segmentação de clientelas e concorrentes, do surgimento de novos níveis de competência e motivação internas e, ainda, como fonte influenciadora das orientações de governos e organizações multinacionais. Normalmente existem fortes resistências à mudança. As pessoas têm medo do desconhecido. Muitas pessoas pensam que as coisas já estão bem e não entendem a necessidade da mudança. Muitos são os que duvidam que existam formas eficientes de conseguir grandes mudanças organizacionais. Muitas vezes existem objetivos conflituosos na organização, por exemplo, aumentar recursos necessários de forma a conseguir a mudança e baixar os custos de forma a continuar viável. Muitas vezes a mudança organizacional vai contra as crenças da organização, isto é, a mudança vai contra a forma como os membros da organização acreditam que as coisas devem ser feitas. Por vezes os processos de mudança nas organizações não são bem sucedidos porque, apesar de deixarem bem claras e comunicadas as novas necessidades, os gestores / lideres nem sempre atentam para o fato de que as pessoas são seres muito mais do que lógicos. São também seres emocionais e comportamentais. Muitas vezes vemos ações destinadas a “abrir as pessoas” para mudanças, que se baseiam em eventos pontuais e desconectados da realidade cotidiana da organização. Organiza-se uma palestra, faz-se um treinamento isolado, e se espera que isto surta efeito na qualidade dos relacionamentos e na maneira como as pessoas encaram as novidades. O que não acontece! Todo processo de transformação que se pretenda realizar em uma cultura organizacional, por menor que seja a empresa, deve considerar não somente o aspecto lógico, mas também o emocional e comportamental das pessoas, além de levar em conta o fato de que este é um processo gradual e muitas vezes lento, que deve se basear em ações constantes e bem “amarradas”, ao invés de eventos isolados, por mais sensacionais que sejam. O mundo mudou e tende a mudar cada vez mais rápido. Num contexto global e competitivo, onde o conhecimento duplica de quatro em quatro anos, apenas 10% das estratégias desenhadas são implementadas com sucesso. Mediante a redução dos ciclos tecnológicos e estratégicos, a capacidade de mudança organizacional assume-se como o principal desafio colocado à gestão. Novos contextos requerem novas abordagens e novas concepções de gestão. Hoje, viver em mudança é uma realidade na maioria das organizações. Fazer desta mudança uma vantagem competitiva será, no futuro, um imperativo de sobrevivência. No amanhã, a principal fonte de competição não serão produtos, mercados, tecnologia, ou mesmo talento, mas antes a capacidade de antecipar, aprender e mudar de forma sustentada. E as organizações excelentes serão aquelas que o fizerem de forma mais rápida e eficaz.
Kamila Silva

A importância da produtividade para as organizações



A situação de extrema concorrência no mercado atual exige que as empresas corram atrás de suas vantagens competitivas para promover a completa satisfação de seus clientes, pois quanto maior for a satisfação, maior será a qualidade dos serviços prestados, e em conseqüência maior será a produtividade da empresa. Na busca pela completa satisfação do cliente, a organização precisa saber que o significado da palavra qualidade deve ser ampliada para antecipar, atender e superar as necessidades e as expectativas do cliente continuamente. Ou seja, significa trabalhar com os clientes para conhecer seus verdadeiros desejos e objetivos. Na medida em que o treinamento pela busca da satisfação do cliente for crescendo, a organização conquistará a qualidade. Em conseqüência, ao aumentarem e melhorarem as atividades, atingirão a produtividade. Mas, cada caso é um caso. Para algumas empresas conquistar produtividade, ou seja, vender mais, melhor e mais barato poderá se tornar justamente a oportunidade que estava esperando para crescer. No entanto, aquelas que decidirem apenas dividir os lucros entre os principais acionistas, sem pensar nos clientes, funcionários e consumidores, assumirão a própria sentença de morte. Com certeza perderão a credibilidade e confiabilidade de todos estes parceiros citados no processo. Mas o que é produtividade? A produtividade é basicamente definida como a relação entre os resultados obtidos e os recursos utilizados. Os resultados obtidos são definidos em unidades como sejam, por exemplo, toneladas, litros, caixas e euros. Os recursos utilizados são definidos como sejam pessoas, máquinas, materiais e outros. Quanto maiores forem os resultados obtidos ou menor a quantidade de recursos utilizados maior a produtividade. A produtividade é muitas vezes medida por pessoa, mas em muitas situações onde os custos com pessoas são uma percentagem reduzida dos custos totais têm que se ter em conta os outros fatores necessários para produzir os resultados pretendidos. Na melhoria da produtividade deve-se evoluir a partir de um valor de base para se poder comparar os resultados. A produtividade total dos recursos é medida em termos financeiros onde é calculado o resultado obtido por unidade monetária gasta nos diversos recursos. O grau de produtividade de um agente econômico (pessoa, empresa, país, etc.) é, regra geral, um dos melhores indicadores para a medição do nível de eficiência e eficácia do mesmo. Diversos fatores podem influenciar a produtividade, como a disponibilidade de recursos, a tecnologia, o ambiente de trabalho, as relações empregado/empregador, o custo dos insumos, os métodos, os equipamentos, etc. A adequação dos métodos de produção, a redução de ineficiência dos equipamentos, o uso de técnicas mais avançadas como: estudos de tempo e movimentos, layout e movimentação de materiais, são aspectos de grande relevância e contribuem para redução de perdas e, conseqüentemente, para melhoria da produtividade.
Kamila Silva