domingo, 31 de maio de 2009

O Humor é o Caminho - Publicidade vs Administração!

Ferramenta de Persuasão e Propaganda ((Vendas))
O humor pode ser a própria essência desta criação intelectual ou pode ser uma de suas características. O termo publicidade, em sua origem é derivado de "público" - do latim publicus - que significa a qualidade do que é público, ou seja, tornar público um fato, uma idéia, objetivando induzir ou convencer o público a uma atitude dinâmica favorável à determinada idéia; enquanto o termo propaganda identifica-se como o meio utilizado para divulgação de idéias. Pode-se entender, portanto, que a publicidade pode se criar uma realidade almejada por um determinado consumidor, podendo, até, interferir na formação de atitudes das gerações futuras. A publicidade tem o poder de criar tendências, conceitos e mudar o comportamento de certos grupos sociais, usando o seu discurso persuasivo. Porém, a publicidade não tem o poder de fazer isso sozinha e, por isso, usa aspectos da realidade social em seus anúncios.
A publicidade cria conceitos, constrói mitos, propaga ideologias e informações, estimula o consumidor, seduz seus desejos e vende-se sonhos.
O humor pode ser a própria essência desta criação intelectual ou pode ser uma de suas características. Engraçada é a maneira com que o humor nos faz chegar a ela. O humor é um caminho.
Compreende-se, então, que esse método, esse "caminho", naturalmente comprometido com a graça, o cômico e o riso, implique um processo essencialmente criativo para que o humor se realize. Na publicidade, por exemplo, pesquisas mostram que as marcas anunciadas com humor são mais lembradas. O Humor é o "reflexo do gozo", o humor tem um julgamento objetivo; ou funciona ou não funciona.
O humor serve de estímulo para chegar ao consumidor e começar a conversa com ele. O humor é fundamental na propaganda. “É quase uma maneira didática de passar um conceito chato”. O Humor na propaganda tem se comprovado como uma das fórmulas mais eficazes para se vender um produto ou serviço.
A risada é um ato prazeroso
O humor na propaganda é eficaz, causa impacto e - o mais interessante - que marca os receptores, fica na memória, valorizando e fixando a marca do produto anunciado. Nesse contexto, a publicidade aprova o ato da utilização da emoção e do humor para atingir seu público-alvo. Assim, a propaganda humorística entra com vantagem na guerra de mercado, pois oferece ao consumidor a sensação de prazer inconsciente na decodificação da mensagem.
Outro caminho é pensar em Persuasão é o mesmo que se aliar à razão e, na seqüência, cognição, compreensão. Este é um ponto capital para apreender o valor e a importância relativos do humor, diante da necessidade de persuasão. Falar é argumentar é falar.
Persuadir é "o ato de desenvolver preferência, encorajar a mudança e mudar a percepção dos compradores com relação aos atributos do produto” A persuasão esta ligada a manutenção da mente do público alvo. Assim, os produtores e vendedores, que muitas vezes eram a mesma pessoa, passaram a se preocupar em persuadir os potenciais clientes a comprar, em maior escala, os seus produtos.

O Humor e a Persuasão dentro da Comunicação Social estão intimamente ligados ao sucesso. A comicidade imita a vida. A Propaganda atrai a atenção das pessoas , dentro de um proposta onde se encontra o riso, a zombaria, caricaturas, condensação, o uso múltiplo do mesmo material, o duplo sentido e o sentido absurdo. Obtendo assim a atenção do público. Um exemplo disso são as propagandas do Bom Bril com o Ator Carlos Moreno.



Adm. Ana Roberta

domingo, 17 de maio de 2009

A Economia da Vida

A visão econômica do nosso cotidiano está sendo tão imprecisa quanto a máxima que diariamente nos bombardeia. As previsões são cada vez mais aleatórias e dispersas que ajudam mais a nos confundir do que nos orientar. Por mais complexa que seja, o caminho trilhado por esta ciência, todavia parece soar intransponível pelo modo como se apresenta, assim, tão farta de história, tão rica no presente e tão teoricamente difícil de se entender.E a nossa vida tão cada vez mais dependente dela (assim como as nossas ferramentas tecnológicas e as nossas necessidades físicas e psicológicas). Então, como trazer a tona a simplicidade das nossas transações econômicas e viver se alardeando com o medo das crises e de períodos tão ameaçadores e imprecisos? É preciso parar pra pensar e respirar um pouco. De fato, compreender a nossa vida e simplesmente nos desligar de vez em quando para saber de fato onde estamos situados neste mundo e alimentar a coragem necessária para mudá-la sem o medo de errar. Mudar consciente, estar presente com as pessoas e compreendê-las, se permitir amar e ser amado sem o medo de ser feliz. E aí? Vamos dar o primeiro passo?”

Adm. Leandro Duarte